Wednesday, August 11, 2010

SOMOS TODOS FILÓSOFOS




Ah, a filosofia!...Parece que se tornou a cura para todos os males. Pessoas de todas as idades procuram cada vez mais as considerações de nossos pensadores de séculos e séculos, encontrando extrema afinidade com o mundo tecnológico, que já discute cientificamente a viagem pelo tempo.

Mas afinal, por que tanto interesse? Aparentemente, mesmo fora dos círculos acadêmicos, a busca por leituras filosóficas vem substituindo outro campeão de procura, o livro de auto-ajuda! Será que receitas de sucesso e superação perderam terreno para a abrangência da filosofia?




Nas comunidades dos sites de relacionamento as discussões fervem. Há comunidades de todos os tipos possiveis e imagináveis. Mas entre as mais concorridas estão aquelas relacionadas ao pensamento. Não que haja tanta virtude em termos de conhecimento da história da filosofia e das argumentações de nossos pensadores mais famosos. Mas há tanto interesse no assunto que até existem comunidades de filosofia para não filósofos ou para quem pretende filosofar sem filosofia...
Milhares de pessoas se encontram virtualmente para discutir a vida e suas dúvidas, cada um a sua maneira. Há comunidades com registro de 70 mil, 100 mil perfis. Nem todos entram na discussão, mas certamente a maioria acompanha os debates.

Em um universo tão diversificado, claro que as expectativas se misturam. No final das contas discutir filosofia, no entendimento popular da internet, é dar espaço para a psicologia, a terapia em grupo, o desabafo pessoal e por ai afora.

O objetivo maior e mesmo interagir em grupo, não importa exatamente o que se fala desde que isso permita o início de troca de ideias. O que a grosso modo contraria o objetivo do pensamento critico inerente a filosofia. Neste universo cibernético de ansiosos candidatos a pensadores poucos seguem a regra da intenção e finalidade, parando para questionar motivos do pensar o que se pensa, dizer o que se diz e fazer o que se faz...

Ainda assim é impossível negar a possibilidade desse contato produzir definições interessantes a respeito da vida, de seu ciclo e de suas possibilidades futuras.
Mesmo quando o objetivo não é a discussao acadêmica, buscando novos ângulos e situações nas conclusões de nossos pensadores ao longo da história da Filosofia, a mescla de discussões pode ser interessante.

O risco é esbarrar em algum comportamento "patológico": é quando os canais de discussão são sacudidos por verborréias furiosas. São pessoas que encontram suas respostas em meio ao conjunto de discussões ou aproveitam este momento especialmente democrático e discreto em relação à própria identidade, para descarregar duvidas, tensões, maus humores....Existem tópicos denominados "sessão de descarrego"! O objetivo, claro, é desviar a fúria dos decepcionados e mau-humorados para um espaço específico, preservando o restante da discussão.

Mas comentários pouco elegantes se misturam a todo instante, mesmo em debates que pretendem melhor nível. Veja algumas frases mais repetitivas.



- "Que burrice. Haja feno!" - Esta é a campeã, citada para exemplificar a discordância de alguma colocação no debate

- "E quem és tu, seu monte de b...a?"- Bastante comum também, em geral responde a críticas sobre opiniões.

- "mas este tópico está cheio de piadistas!" - crítica comum com palpites fora da discussão.

- "Essa é a única comunidade que não me excluiu"...- comentario que demonstra a surpresa de ainda ter seu perfil na comunidade.

O tema dos tópicos também reflete a confusão dos participantes. No meio de Sócrates, Platão, Schopenhauer, Nietzsche, Hegel e Kant, os preferidos nos debates do mundo cibernético, encontramos as dúvidas existenciais, em tópicos com títulos expressivos:
"É muito fácil pensar que está vivo; difícil descobrir que se está morto"...com resposta do tipo "Opsss... Descobri! To morto! Q bom q tem internet no meu caixão"...

Outros tópicos normalmente postados para discussão:
"Você aceitaria um chip implantado na cabeça?"
"religião faz falta?"
"fim dos dias"...
"Se voce se encontrasse com deus o que diria?"
"Como saber o que é a vida"
"O que ser livre?"
"Já pensamos em tudo que é possivel ser pensado?"

Temos a preocupação com o trabalho: "Sobre nerdice e o mercado" (traduzindo: debate sobre os nerds ou pessoal que estuda com afinco, tomando todas as vagas no mercado...)
Há também a abordagem de assuntos políticos: "de que adianta a democracia se a populacão não for inteligente...?" Ou "Interpol atrás do Paulo Maluf"...temos também os estudantes que recorrem aos tópicos de discussão: "Por favor me ajudem com este trabalho"...



Como ser vê, a filosofia cibernética tornou-se mais ampla e elástica do que seria possível imaginar! Muito além da indagação da essência, significado e origem de todas as coisas, ela tenta responder dúvidas existenciais, corrupção e desmandos políticos e trabalhos escolares...
Mas admitindo que a Filosofia é prática e deve ser vivenciada no cotidiano, tudo vai bem e demonstra um processo social positivo. Mesmo que com pouco senso crítico ou raciocínio preguiçoso, talvez com necessidade da razão ser aprimorada, a filosofia é algo inato aos seres humanos. Como dizia Sócrates,com toda a sua paciência e bom humor...
(Mirna Monteiro)

Wednesday, July 21, 2010

ONDE ESTÁ A VERDADE?


Por que

as pessoas

mentem

tanto?



Nos velhos tempos dos sofistas, mestres itinerantes do conhecimento politicamente correto, a mentira era utilizada como artifício do poder, ou seja, a verdade era "ligeiramente" deturpada ao sabor das intenções sofistas. Por isso essa palavra ganhou uma conotação perjorativa.
Passados uns 3 mil anos, a mentira parece permanecer inevitável no exercício do poder, seja ele político, econômico, familiar ou social.

E ainda funciona! Velho como a humanidade, pois certamente esse artifício já nasceu com o homem, que para sobreviver precisava enganar seus predadores.
Mas mesmo sendo tão conhecida, é possível reconhecer a mentira? Ou as pessoas disfarçam, aceitando-as como verdade, quando lhes convém, mesmo que reconheçam a sua precariedade?

O problema é que a mentira pode ser extremamente destruidora. Como na política ou nas ciladas criadas pela inveja.Na Filosofia, a mentira é perigosa. É o caso do sofisma.O sofista faz retórica. O filosofo faz dialética.

Na retórica o ouvinte é levado por uma enxurrada de palavras que, se adequadamente compostas, vão persuadir, convencer, mas sem transmitir conhecimento algum. Já na dialética, que opera por perguntas e respostas, a pesquisa procede passo a passo, e não é possível ir adiante sem deixar esclarecido o que ficou para trás. O sofista refuta por refutar, para ganhar a disputa verbal. O filósofo refuta para purificar a alma de sua ignorância

Há quem considere deteminadas verdades destruidoras...Muitos que pedem a franqueza não estão preparados pra poder lidar com a realidade.Há verdades que não precisam ser ditas, assim como há mentiras que são necessárias.













Será que o pensamento livre, crítico, independente poderá prevalecer e a sociedade encontrar e uma forma de convivência baseada na verdade? Admitir a realidade não nos torna mais fortes e preparados para os desafios da vida?

Talvez o problema não seja a franqueza, mas a ausência de isenção ao utilizar a verdade.

Não vamos confundir mentiras com "faz de conta"! Imaginar uma realidade e conduzi-la ao sabor das próprias expectativas, como fazem as crianças nas brincadeiras, faz bem. Tanto é que a criança começa a entrar em choque com a realidade quando ela percebe que o faz-de-conta é muito diferente das mentiras que os adultos começam, logo cedo, a ensinar!

E o pior é que usando de hipocrisia e mentiras, os adultos pretendem que a criança seja absolutamente sincera! Crianças são inexperientes, mas são extremamente sensíveis à toda atitude contrária à natureza.

Da mesma maneira, o faz-de-conta dos adultos, através da ficção, é extremamente salutar. Aliás, é uma mola que impulsiona o mundo! A imaginação humana é premonitória e rica em estímulos para o futuro. Que o diga os grandes escritores de ficção, como Julio Verne!

O mundo seria enfadonho e estático sem a mentira? Os próprios deuses do Olimpo adoravam intrigas e se divertiam com isso. Eu já considero que há um ligeiro engano de interpretação: não é a mentira, mas a falta de imaginação que tornaria o mundo chato.

A mentira é perigosa!

Enfrentar a verdade é a única chance de sobrevivência individual, familiar, comunitária, ou da própria humanidade

Não é possivel concordar com a idéia de que podemos conviver com a hipocrisia e mentirinhas. O desejo da verdade aparece muito cedo nos seres humanos. Há necessidade de confiar nas coisas e nas pessoas


Por isso, neste terceiro milênio, a sociedade entra em choque constatando uma terrível realidade: a mentira está terminantemente contida nos meios de comunicação e expressão, seja eles quais forem. Tornaram-se instrumentos com alto poder de persuasão e de confusão também!

Mas há o contrapeso: é suficientemente capaz de arrancar a esperança de que o pensamento livre, crítico, independente ainda haverá de prevalecer? Que uma forma de convivência mais baseada na verdade possa vir a ocorrer ?

Cresce em nossa sociedade a exigência da verdade, clara e límpida. É o desejo e a necessidade da busca da verdade. Há um sentimento generalizado e crescente de que os valores éticos devem retornar, sob pena de convulsão social.

Em tempos onde o acesso à destruição é quase prosaico, não se pode fingir que mentiras são inofensivas. Seria utópico imaginar uma sociedade, deformada como a nossa sociedade humana, com a herança que possuímos, feita de seres absolutamente honestos e isentos. Mas sabemos que as pessoas são diferentes e é essa diferença que permite equilibrar o mundo. Há pessoas com valores definidos, as tais do "fio de barba", assim como há aquelas que vivem para a malicia, mentira e hipocrisia.


Tão certo como o anseio
do ser humano pela Verdade.
Como sofremos pela falta dela! (Mirna Monteiro)

Monday, July 19, 2010

O HABITO DA VIOLÊNCIA



Nos tempos primitivos a preservação da vida passava pela violência. A selvageria humana foi de certa maneira justificada em fases de grande dificuldade de sobrevivência.
Em tempos mais modernos Jean-Jacques Rousseau, que merecia o titulo de fundador da etnologia, afirmava que o estado natural do homem é selvagem. E se assim fosse, seria fundamental que houvesse consciência da necessidade da civilidade.
Rousseau, um pensador e pesquisador que pertencia a uma época absolutamente primitiva em termos de tecnologia, pelos idos do século XVIII, já dizia que a sobrevivência humana dependia da sociedade civil. Um pacto com toda a comunidade, o que permitia vantagens para a preservação da vida, da liberdade, da preservação da propriedade, da igualdade, enfim, dos bens e da segurança.
Se ele viajasse no tempo, ficaria surpreendido ao chegar neste terceiro milênio e verificar que o ser humano não mudou nada! Sem dúvida ficaria satisfeito com a precisão de suas observações a respeito da selvageria humana.

Tenta-se há séculos definir regras claras para conscientizar o homem e criar um ambiente de coexistência pacífica e produtiva. Como isso tudo fica dependente do respeito às leis as quais todos devem submeter-se igualmente e a convivência entre os homens está atrelada à responsabilidades mútuas óbvias, parecemos um caranguejo na areia quente.
Agora a intenção é dar um basta à violência a partir de sua raiz! Como? Proibindo que a educação utilize qualquer ato agressivo contra as crianças.



Aí, nesse ponto, costuma-se ouvir uma exclamação indignada: mas como? Nem uma palmada?
Vamos considerar o seguinte: vivemos em tempos mais selvagens do que a natureza de Rousseau poderia imaginar. A selvageria humana não tem espaço em um mundo tecnológico e sem valores. Qualquer animal dos velhos tempos protegia a sua cria para garantir a sobrevivência, mas chegamos ao ponto em que uma genitora coloca seu bebê recém-nascido em um saco e o joga no lixo!
Chocante!
Isso nos leva a pensar como é possível uma sociedade que briga pela vida das baleias e golfinhos e percebe que a natureza é de uma preciosidade inimaginável, abrigar elementos que jogam criancinhas no lixo! Ou as espancam a ponto de matá-las ou aleija-las, ou criando graves problemas psicológicos que afetarão a sua conduta quando adulto!
Logicamente uma palmada não causa necessariamente estragos físicos em uma criança de bom porte. Mas como o ser humano interpreta a vida ao sabor de seus desvios e exageros, o chamado "corretivo" transforma-se em tortura corporal e mental, que causa danos irreparáveis e vai influenciar a vítima ao longo de sua vida adulta.


Por incrível que pareça há pessoas que acreditam que os filhos são sua propriedade. Mas uma criança não é um bem de consumo e não tem dono. Todo ser possui a liberdade individual inata, natural, ainda que o ser humano seja absolutamente dependente de cuidados em sua fase inicial de vida, muito mais do que qualquer outra espécie.
O que a sociedade precisa entender é que ao gerar um filho o casal não "ganha um bem", mas assume uma grande responsabilidade!
A responsabilidade legal e moral de criar e proteger aquele ser, que deverá ser liberado quando for autossuficiente. Quanto maior o cuidado com suas necessidades, melhor ele responderá ao convívio com a família ao longo de sua vida. E melhores condições de enfrentar o meio terá!
É possível educar um filho sem o castigo físico? Obviamente que sim!
Há uma enorme diferença entre educar com firmeza e responsabilidade e ignorar os problemas para tentar corrigi-los depois com uso da violência ou da imposição do medo. Se a criança não responde a uma orientação e à atitude firme dos pais algo está errado! Esse "algo errado" pode estar nos próprios pais.

O ser humano, em sua origem, sempre buscou resolver seus conflitos de interesses através da violência e da superioridade sobre o outro. A superioridade da força muscular, da capacidade inventiva de armas e a superioridade intelectual. Os adultos tem esse grupo de poder sobre a criança. Nada mais justo que não utilize a força física para agredir um ser indefeso.
A agressão não passa de uma maneira de se livrar de um problema sem precisar resolve-lo. A violência gera medo, não educa em absoluto. O que educa é a atenção, a firmeza do caráter dos pais, o interesse pela criança e a afetividade amplamente demonstrada, a disposição de conversar e interagir.

Uma criança que sente segurança e confia nos pais será sempre uma pessoa acessível a educação e fases de maior carga emocional e mudanças são mais facilmente superadas.
Abusos contra crianças devem ser sempre denunciados.
O que é que os outros tem a ver com a educação de nossos filhos?
Tudo!
Como se sabe, pais não são "donos" de seu filhos, mas responsáveis por eles. E por tudo que eles representarão no futuro em sua participação no meio comunitário!
De que maneira isso poderá repercutir no futuro?
Se conseguirmos evitar a violência contra a criança, conseguiremos reduzir drasticamente a violência no meio social, obtendo talvez mais sucesso no controle da "selvageria" que habita o ser humano.(Mirna Monteiro)


Thursday, June 24, 2010

Salve, salve, disco voador...




Os discos voadores também tem seu dia: exatamente neste 24 de junho! Sim, Dia Mundial do Disco Voador!

Apesar de soar estranho, ele consta no calendário anual e a explicação é a data (24 de junho de 1947) do que se considera o primeiro caso oficial de aparição de OVNIs ou Objetos Voadores Não-Identificados do século 20, quando o piloto norte-americado Keneth Arnold convocou a imprensa para relatar com assombro a presença de nove objetos coloridos voando em alta velocidade nas proximidades de seu avião.

Bem, dia do disco voador soa estranho...mas o ano tem comemoração em todos os dias e algumas são surpreendentes. Por exemplo, o Dia Nacional do Fusca, comemorado em 20 de janeiro!Logo depois, no dia 30 é comemorado o Dia da Saudade...
Muitas vezes a comemoração é um mistério para a maioria da população. Todo mundo sabe o que é disco voador, mas você sabe que 5 de fevereiro é o Dia do Dactiloscopista?

Não é extraterrestre, é o profissional que trabalha com a identificação de pessoas e cadáveres, coleta impressões digitais, essas coisas. O dactiloscopista deve preservar o local do crime e colher provas, é um perito em impressões digitais; mas pode ser também o responsável pela expedição de carteiras de identidade.



Pois é, no calendário anual, tudo e todos tem o seu dia...ou quase. Temos o dia do jovem, do velho, da criança, da mulher, do pai, da mãe, dos avós, da sogra...tem até o dia internacional do café, da voz,do silêncio!


O Dia do Sol é 3 de maio. O Dia do Tintureiro e o Dia do Padre são próximos, 3 e 4 de agosto. Ninguém explica porque o Dia Mundial dos Canhotos é 13 de agosto, comemorado junto com o Dia do Azar, Dia dos Encarcerados e, pasmem, Dia do Economista!

Temos o Dia do Macarrão (25 de outubro) e o Dia da Banana (22 de setembro)!

Pois é, em meio a tudo isso, parece natural que haja um dia para comemorar discos voadores, como não? Mesmo que apenas alguns pouco privilegiados, entre bilhões de moradores do planeta terra tenham avistado Ovnis. De uma maneira indireta, o dia de hoje comemora os ufólogos, que pesquisam arduamente a aparição de extra-terrestre e suas intenções nessas visitações misteriosas e discretas!

Mesmo porque até Stephen Hawking, premiado cientista inglês de Cambridge e da Royal Society de Londres admite a possibilidade de encontrarmos vida extraterrestre inteligente nos próximos anos. Parece racional essa possibilidade, ainda que a forma de vida não seja exatamente como imaginamos.

Claro que as dúvidas são torturantes. Se existem seres com essa tecnologia, o que eles pretendem passeando por aqui incógnitamente e gerando histórias de arrepiar, como a primeira adaptação para o cinema de Guerra dos Mundos, em 1953, que acabou provocando pânico real na população americana quando Orson Welles transmitiu na rádio a invasão alienígena com tamanha convicção que parecia real?

É, a possibilidade de vida extraterrestre instiga a imaginação humana, estimula a ficção criativa e promove a ufologia, um campo de pesquisa que até alguns anos atrás era negado como ciência, mas que hoje presta importante contribuição para a definição de visões de objetos estranhos ou alterações no meio ambiente.

E deixa no ar uma dúvida: como é que vai ser isso? Será que a ficção funcionará como uma espécie de premonição terráquea de seres que pretendem invadir a Terra porque a tecnologia ou algum acidente cósmico ameaça seu planeta de origem? Ou existe uma confusão temporal e os ovnis são apenas flash do próprio futuro humano? Ou quem sabe sejam realmente de outro sistema solar e estão esperando uma oportunidade de ser convidados para um cafézinho?

Bem...dizem que a ficção é sempre uma realidade próxima. Que os escritores encarnam pitonisas de mente fertil...algo assim como o submarino e o escafrando de Júlio Verne! Ou seu romance "Da Terra à Lua", de 1865?





Em todo caso, em homenagem aos ufólogos e a essa possibilidade futura, bom Dia do Disco Voador! (Mirna Monteiro)