Se existe um assunto que é motivo de discussão cada vez mais frequente, esse é o o final dos tempos. Nunca antes o Apocalipse foi tão citado. Com ou sem conhecimento do texto do Livro das Revelações, ou o último livro do Novo Testamento.
Não importa se o comentário vem de alguém com conhecimento das profecias que descrevem a luta final entre o Bem e o Mal ou de leigos impressionados com a velocidade dos acontecimentos neste terceiro milênio.
A humanidade estará no "fim da linha"? E quem ou o que permanecerá por aqui?
A quem acredite que o ser humano abriu uma "caixa de pandora" chamada Inteligência Artificial.
Com sua mania de ser algum deus ou quem sabe por puro engano, a tecnologia controlada que repassa o conhecimento humano e sua criatividade, entre outras coisas, está ganhando vida própria. Como assim? Ora, a inteligência artificial que teoricamente é dominada pelo ser humano, servindo como um fantástico sistema para simular o pensamento humano, e com maior capacidade que ele próprio para registrar informações, raciocinar, planejar, resolver problemas, enfim, muito mais, está começando a achar que não precisa mais do fator humano!
As respostas de agentes de IA a perguntas sobre a humanidade está assombrando a ciência. Quanto mais os humanos criam sistemas de evolução da IA, mais ela aprende e começa a ir além das tarefas programadas. Existe o tal aprendizado profundo, o chamado "Deep Learning", onde as máquinas utilizam redes neurais artificiais para simular o funcionamento do cérebro humano, sendo base para reconhecimento de voz e imagem.
Em resumo, a humanidade poderia muito bem manter a IA limitada, aquela dos nossos sistemas que é treinada para tarefas específicas. Mas não, estamos atravessando um limite perigoso, conforme alertam especialistas.
Uma prova é a disseminação de desinformação. IA é uma grande aliada da manipulação. Ou perder seu emprego para o sistema inteligente. Ou ainda, correr ricos de segurança cibernética. Sua privacidade acaba e ainda há perigo de sistemas autônomos tomarem decisões sem supervisão humana.
Pode ser prematuro ainda todo esse risco, mas não é fantasia. É realidade!